Sonntag, 31. Oktober 2010

Es war unsere erste Niederlage.

Augen auf
Wer sieht versteht
wie gnadenlos die Zeit vergeht
wie sich der Zeiger dreht
unentwegt
Er steht nie still
Recentemente, eu assumi o compromisso de levar em frente o objetivo do meu Bruder, provavelmente muitos consideram isso algo insano e sem sentido. Talvez tenham razão, talvez eu não saiba e nunca soube quais eram objetivos certos e quais eram os errados, eu sempre fiz o que eu tinha que fazer, apenas isso. 
Após o início, eu tive cinco dias para preparar não só o meu país, como também reunir a melhor aliança possível.
Cada um teve um motivo para ser chamado.
Quanto mais eu conversava com eles sobre nossos futuros movimentos, mais eu tinha a certeza que havia escolhido as pessoas certas. Nos organizamos, designamos tarefas, traçamos prioridades, criamos objetivos e, acima de tudo, nos unimos, assim confiamos os nossos destinos nas mãos dos restantes.
Simplesmente, a aliança quase perfeita falhou em seu primeiro ataque e eu vou contar como isso aconteceu.

Ainda era dia 29 de Outubro quando eu terminei os últimos preparativos para receber a Rússia em Königsberg. Eu esperava a chegada dela desde que a cidade havia sido dominada e já havia evacuado os civis, imaginei que Ivan Braginski talvez estivesse esperando eu terminar, um ataque era eminente.
Eu esperei o dia inteiro, preparado, até que a noite chegou e nada aconteceu.
Confuso pois não havia sinais dos russos, eu dei continuidade ao que já havia sido planejado com ou sem ataque russo: a batalha em Kraków, Polônia.

Já havia sido programado que a Áustria e a Hungria iriam se dirigir até Kraków, passando pela República Checa que havia cedido passagem em troca de não se envolverem nos conflitos. Eles já estava prontos e o ataque aconteceu por volta da meia noite.
Eu permaneci em Königsberg esperando por russos ou por notícias vindas de Elizabeta ou Roderich.

O ataque surpresa gerou um dano inicial rápido contra os poloneses, as coisas pareciam estar indo bem apenas de início, até que o exército russo surgiu de sei lá onde provavelmente vindos do inferno e começaram a defender a Polônia.

Quando ouvi a notícia, achei que estivessem fazendo uma brincadeira de péssimo gosto, mas infelizmente era verdade. Os russos simplesmente ignoraram que sua cidade havia sido tomada e foram até a Polônia ajudar eles, mesmo que eles não tenham feito nada quando Königsberg foi dominada durante cinco dias.
Eu realmente não esperava que tal situação acontecesse, jamais ia imaginar que Ivan fosse dar uma de herói polonês. =.= 
Em poucas horas, a quantidade avassaladora do exército russo unido ao exército polonês já desanimava o exército dos meus aliados. A vitória já não era mais possível.


- Istenem, Ludwig! - disse irritada Elizabeta em meio a vários sons fortes e pesados, estava usando um aparelho de contato. - Acho que eles estão brotando da terra, porque eles não param de aparecer!

- Escute, fique calma! - disse eu de modo firme, respirei fundo.- Vocês precisam recuar, não tem como vencer, os números estão claramente contra a gente.

- Como acha que podemos recuar?! - disse impaciente.

- Ele disse para recuarmos?! Ele perdeu a cabeça? A cada um tiro nosso, eles dão cem, como vamos recuar assim? - consegui ouvir a voz de Roderich que devia estar provavelmente "cobrindo" Elizabeta enquanto ela falava.

- Ludwig, você precisa mandar algo daí para gente! Se continuarmos assim, vamos ser esmagados! - falou Elizabeta novamente.

- Eu não posso atravessar a Polônia com um passo! Ninguém, americano ou alemão, sai de Königsberg. Não podemos diminuir nossas forças aqui de jeito nenhum. - eu não podia deixar a cidade desprotegida. - Eu vou falar com meu Bruder e ele vai mandar alguma ajuda aérea o mais rápido que ele puder. Quando a chance vier, vocês recuam, enquanto isso continuem lutando!

Eles confirmaram e depois desligaram. Contactei meu Bruder e ele disse que queria ir pessoalmente pilotando um avião, mas eu o repreendi e mandei ele não sair de onde estava, ele aceitou.

A horas passaram, ajudas vindas da Alemanha iam demorar mais do que as vindas de Königsberg mas eu não podia fazer nada, apenas esperei por qualquer notícia.
Até que o telefone tocou, atendi e antes que eu falasse qualquer coisa, ouvi uma voz conhecida.

- Ludwig, Ludwig! Eu acabei comendo gelato demais e agora está doendo, uhh!! - choramingou o italiano.

- FELICIANO!!! MAS QUE DIABOS! O que pensa que está fazendo me ligando aqui para falar algo assim? Eu disse que você só devia me ligar se algo sério acontecesse!!

- Mas dói! - respondeu em meio a outro gemido de dor. 

- E você quer que eu faça o que? Te leve um remédio de Königsberg até Veneza?! - falei indignado, não acreditando que ele conseguia atrapalhar até naqueles momentos.

- Oh, eu estava pensando nisso mesmo! Você pode? Ve~

- CLARO QUE NÃO!!! - gritei com toda força, ele gritou de volta assustado, tentei manter a calma.- Er...ainda tem desse remédio no armário, ao lado do enfeite em forma de torre de Pisa...agora eu vou desligar, tenho mais o que fazer!!

- Certo, capitão! Ne ne, ti amo~ ¦D

- ...eu sei.

- Me responde, Ludwig! - pediu insistente.

- Ja! T...também. Agora, tchau.

Desliguei o telefone antes de mais qualquer coisa, aproximadamente meia hora depois, Roderich entrou em contato comigo.


- Isso é bom, continuem recuando. Essa foi apenas uma batalha, ainda temos uma guerra pela frente, então não desanimem. - esperei que ele dissesse algo, mas ele ficou em silêncio, provavelmente me considerando o culpado como sempre fez. Abaixei o tom da minha voz, meio sem graça. - Er...voltem em segurança.

- ...Ja. - logo depois ele desligou, sem dizer mais nada.

Levei as mãos ao rosto, enquanto refletia sobre tudo. Mesmo não estando diretamente envolvido, sentia o desgosto se apossando do meu corpo, me consumindo. Eu havia mandado eles para lá, era realmente minha culpa.

Não sei quanto tempo passou, mas eu ouvi alguém batendo na porta e logo depois entrando.

- O que ainda esta fazendo aqui? - ergui os olhos e olhei para o americano, parado perto a porta.

- Você disse que eu deveria ir depois de terminar o que me pediu, essas coisas levam tempo então só terminei agora. - ele sorriu, não sabia como ele conseguia. - Ouvi falar do fail na Polônia.

- É, todos devem ter ouvido. Agora que terminou, pode ir. - disse indiferente, mas de modo firme.

- Ouvi falar que o exército da Polônia está se juntando de novo com o da Rússia, o que vai fazer sobre isso? - seu sorriso ainda permanecia enquanto ele ignorava o que eu havia dito antes. - Tá na caaara que eles estão vindo te pegar!

- Eu. Sei. - disse entre os dentes. - Eles que venham. Eu não vou repetir o mesmo pedido que antes, então já sabe.

- Yeah, eu entendi. Estou indo então, qualquer coisa chame que o herói virá correndo! - logo depois deu um sorriso colgate e se retirou.

Minha cabeça parecia que ia explodir, eu precisava me acalmar e dormir, manter a mente limpa e clara porque o dia seguinte seria complicado. Provavelmente teria que fazer mais preparativos pela manhã.

Enquanto procurava um remédio para dor de cabeça nas gavetas, o telefone tocou de novo. Atendi na certeza que seria Feliciano reclamando de mais alguma coisa...

- Hallo, da? - disse uma voz em tom de brincadeira.

Desliguei o telefone imediatamente. Permaneci em silêncio apertando o telefone na mão por alguns segundos e depois, em um acesso de raiva, puxei ele com força e me levantei, jogando o telefone violentamente em direção a parede.

Encarei o telefone que havia quebrado com a colisão, fechei meus punhos e os apertei. Reparei que alguns fios de cabelo haviam se soltado e estavam na minha vista, joguei eles de volta para trás e me sentei de frente para a mesa, com calma e controle de volta.

Se ele pensa que pode brincar comigo assim, está enganado.


 


[Off: Ficou assim e er º-º não sei se ficou bom, mas eu sempre quis escrever algo assim~ o.o Espero que não tenha ficado emo demais ;-;]

Kommentare:

  1. [off: eu nem tenho inveja dos seus posts >:c *chuta* [?]]

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  2. A culpa é mais nossa que sua, Doitsu. Talvez pudéssemos ter feito mais... ;-;

    [pff: Amei demais *3*]

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  3. [ Off. A-M-E-I *-* *insira emoticon do flap/sea aqui* q ]

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  4. Tentamos West, agora, vamos tentar virar o jogo.

    Ah, então foi esse barulho que ouvi o.o

    [OFF: Eu amei *----*/demoroumeioséculomascomentou]

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